quinta-feira, 12 de novembro de 2009


Vampiros

& groselha





A história começa assim.


Era uma vez uma menininha que assistiu ao filme "A Dança dos Vampiros" de Roman Polanski e ficou completamente apaixonada por vampiros.

Dias depois a menininha passou a acreditar na hipótese de ser uma criatura da noite e quis viver como tal: só queria dormir tarde, pedia para a sua mãe comprar o suco de groselha que tinha a cor parecida com a de sangue e tinha até um nome de vampira: "Katrina" - inspirada na personagem do filme "Vamp".

Toda vez que as suas amiguinhas a visitavam havia um inconveniente, eram obrigadas a tomar groselha na hora do lanche. No início ninguém gostava muito, mas a menininha, com o seu incrível poder de persuasão, fazia com que todas voltassem para casa adorando a idéia.

Foi atráves do seu querido Tio Mel, com sua enorme coleção catalogada de filmes, que a meninha teve acesso não somente a "Dança dos Vampiros", como a muitos filmes de terror, incluindo os vampirescos, é claro.
Dentre os diversos filmes preferidos dela, podemos citar A Hora do Espanto I e II, Vamp, Nosferatu, Garotos Perdidos, Procura-se rapaz virgem, Drácula, Um Drink no Inferno, Amor aprimeira mordida e Entrevista Com Vampiro.

Mas a menininha gostava tanto, mas tanto de vampiros, que o livro Drácula de Bram Stoker com 364 páginas, que a sua amável mamãe comprou para ela, foi lido em uma única tarde e a trilha sonora de Drácula na fita cassete era tocada em seu radinho toda noite, para que ela pudesse dormir...

Ah, eu tenho de rir ao relembrar disso tudo, contando parece uma brincadeira, mas eu levava muito a sério!
O fato, minha gente, é que a menininha cresceu e os filmes de vampiros acabaram ficando para trás, num tempo bem longínqüo, até surgir o inesperado...

Crepúsculo!




Baseado nos best-sellers de Stepanhie Meyer que contém a saga de Crepúsculo em quatro livros seqüenciais, o filme conta a história de amor entre um vampiro e uma humana cujos obstáculos eles tentam vencer para ficarem juntos.

Podemos dizer que é um Romeu e Julieta com dentes caninos afiados...
Mas é uma história de amor juvenil cercada com suspense, ação e muito romance, ao que conquistou uma legião de fãs espalhados pelo mundo, um verdadeiro frenesi em volta do casal protagonista (Robert Patinson e Kristen Stewart) que, ao que parece, levou o amor para fora das telas. Verdade ou não, é o que todos os fãs querem.

A grande expectativa agora é para o segundo filme, Lua Nova.
As vendas antecipadas dos ingressos já esgotaram na estréia para o próximo 20 de novembro, e eu, que já havia ultrapassado essa fase de vampiros, mal posso esperar!
Já assisti ao trailler e babei!
Portanto, folks, vejam um pouquinho dessa seqüência em trailler por aqui.



quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Lily Allen ta aí





Já ouviu falar de Lily Allen?

Essa cantora londrina, de 24 anos, apresentou-se no Brasil semana passada e as cidades escolhidas foram Sampa e Rio, obviamente.
Nos dias seguintes a apresentação as manchetes diziam:
“Lilly Allen pintou o rosto com as cores do Brasil!”

Uau, fazer isso em show é saber levar o público ao êxtase! – pensei.
Mas o balde de água fria veio depois: com o rosto pintado com as cores da Argentina, Lily fez show por lá.
Bem, bem, não se podia exigir exclusividade...
Mas se alguém tivesse dito a ela da nossa rixa com os argentinos ela não teria feito isso.
Bola fora Lily, bola fora!

Bem folks, todo este alvoroço com a vinda da cantora despertou a minha curiosidade.
Lá fui eu ouvir algumas músicas meio assim assim, meio a contra gosto, porque quando se está perto dos trinta essas novidades musicais não são fáceis de engolir.

“Vocês vão ter que me engolir!”- Zagalo dissera em época de copa.

Com este trauma de imaginar como seria o gosto eu jamais me recuperei.
Mas agora a deglutição era musical, por pura vontade própria e o risco era mínimo.
Eis que ouvi os albuns: “Allright, still”(2006) e “Its not me, its you”(2009).

Premiados nas categorias de melhor álbum alternativo, Lily Allen entrou de vez para a lista dos novos talentos, ao lado de cantoras como Amy Winehouse.
No entanto, ao contrário dessas novas cantoras, as drogas não parecem controlar o mundo de Lily que é mais chegada numa cervejinha. Em 2007, no seu primeiro show por aqui, mal pôde se apresentar de tão bêbada que estava, mas foi perdoada, afinal era o fim da sua turnê mundial.

Por isso eu digo agora:
-Ouça Lily!
As letras não são depressivas, há um alegre sarcasmo, um bom gosto em letras leves, ora um pouco mais densas... Há, é claro, um contexto em relação ao seu mundo hodierno que é teen, fala da geração 2000, mas que, não tem como negarmos, também compartilhamos:
Internet, violência, celular e outras tecnologias. Traição, namorados, amigos, irmão, arquiinimigos e por aí vai.
Algumas músicas são mais conhecidas nas rádios como "Smile" e "The Fear".
As que eu gosto são "Knock 'em out", "Never gonna Happen" e "Everyones at it"

Para uma cantora que começou por agora, ela até que se sai muito bem.
E se quiser conferir como foi o show em Sampa, dia 28, teremos no canal Multishow toda a apresentação na íntegra!
Nãooooo percam!
Fica por aqui duas apresentações.
A primeira, em 2007, com alto teor alcóolico.
E a da semana passada, em São Paulo com as cores do Brasil.

ps - Se quiser ouvir a voz procure por clipes no youtube. Esses shows são praticamente inaudíveis.











quinta-feira, 27 de agosto de 2009


Renato Russo





Neste último fim de semana assisti a peça Renato Russo.

Renato Russo é aquele cantor da banda Legião Urbana que despontou na década de oitenta e foi porta-voz da geração coca-cola, aquela mesma que abordava questões sociais, morais, sentimentais através de uma postura “rebelde sem/com causa”.

A banda logo tornou-se um ícone do rock brasileiro com canções como “Que país é esse”, “Geração Coca-cola”, “Pais e filhos”, "Eu sei", "Ainda é Cedo" dentre outras.
Afora as canções a banda ainda tinha na figura do Renato Russo muita polêmica tais como o seu homossexualismo, o vício em drogas e o alcoolismo.
Bem, deixa eu respirar agora para dizer que nunca fui fã nem da pessoa e nem do cantor, aliás, nunca nem gostei das músicas, nem da voz, nem daquela depressão profunda e blá, blá, blá.
Quando Renato Russo morreu em decorrência da AIDS em 1996 eu recebi a notícia em sala de aula: uma colega de classe veio correndo e chorando pra me dizer em tom desesperado:

-ELE MORREU!
-Quem?! – perguntei assustada.
-RENATO RUSSO!
-Ah! Quer me matar de susto? Pensei que fosse alguém conhecido...
-COMO VOCÊ PODE DIZER UMA COISA DESSAS! FOI RENATO!

E saiu correndo para se consolar com outra pessoa. Pelo visto eu não era a mais indicada....

Sobre a peça:

Convidaram um ator que é praticamente a réplica do cantor e o que é melhor? Ele não só sabe atuar como sabe cantar!
Com uma voz poderosa ele levou a platéia ao êxtase cantando uma seleção das músicas famosas que foram entrecortadas com rápidas cenas da vida do cantor desde a infância até o auge do sucesso seguido da sua morte.
Como eu já havia visto entrevistas do Renato Russo pela MTV na década de noventa eu já conhecia o jeito dele falar que era de uma maneira bem afetada ainda que na música ele tivesse aquele vozeirão.
Enfim, folks, do que gostei mesmo não foi da história, nem do personagem vide eu já não gostar da pessoa real, mas do que gostei mesmo, mesmo, mesmo foi da excelente incorporação que o ator fez. Foi excelente mesmo, eu fiquei impressionada.
Pra quem talvez seja um fã fervoroso pode ser que diga:
-Não tem nada a ver com o Renato!
Mas pra quem tem uma visão mais fria, como eu, sem dúvida vai falar:
-Tá igual!!!!

Tirem suas conclusões;)

PS – Procurando trechos da peça, acabei achando um especial que a Globo fez do Renato Russo em 2007 com o mesmo ator. Portanto deixo trecho da peça e a primeira parte desse especial.
Divirtam-se













domingo, 16 de agosto de 2009

O s 29!



Cá estou. Aos vinte e nove anos.

Quando pequena eu pensava que nessa idade seria uma médica estilo Ivo Pitangui e ainda por cima autora de vários best-sellers falando sobre os animais, algo estilo “a vida dos esquilos”. Mas cresci, não virei médica, fiz jornalismo, não escrevi livros, escolhi uma segunda chance no direito e hoje, felizmente, estudo.
Mas o meu querido tio Mel disse algo que me marcou neste aniversário.

“Mirabilis – o ano miraculoso. Este é o seu ano, 2009, em que tudo acontece para você”.

Ele tinha razão, este tem sido um ano de acontecimentos grandiosos.
Estou de casa nova e o que é melhor, própria.
Estou estudando finalmente com metas e centrada no que quero.
Deixei de lado alguns sonhos como os de ser/ter Martin Mcfly em sua nave de volta para o futuro com aquele par de tênis nike e aqueles óculos ray ban. Parei de assistir Xanadu e querer dançar e cantar sem parar com Itálicoos patins de luz neon cor de rosa. Abandonei John Travolta com o Stayin Alive e parei de pensar na Broadway, deixei de viver nos anos 50 com Elvis, meu grande amor, e decidi vir pro século XXI onde a praticidade e a ambição têm de dar conta do recado.
Bem, quem sabe eu não acho um novo ídolo igual a Martin Mcfly?
O que??? Não existe igual ao Mcfly!
Só pra matar um pouco a saudade vejam o clip.

Ps- Da trilogia do filme eu gosto mais do segundo em que os skates são sem rodinha, as roupas secam automaticamente, os tenis são reajustáveis e os carros, claro, voam!
PPs- Não me venha com essa de que já enjoou de ver porque eu sei que quando passa na tv você assiste!
Take a look folks!!!








quinta-feira, 13 de agosto de 2009



Quero ver Irene dar sua risada



Caetano lançou novo cd, Zii e Zie.
Falaram que era uma continuação de Cê, seu penúltimo trabalho e daí eu já não gostei.
Não gostei porque ele quis fazer "rock" e não sou fã de Caetano cantando rock desde a época em que ele fez aquele cover do Nirvana.
É melhor deixarem o rock pra quem sabe fazer rock!
Mas vamos lá, eu queria ouvir alguma música deste novo cd, provavelmente acharia algo pelo youtube, alguma turnê promovendo o cd...
Procurei, procurei e fui achar justamente...
Irene.

“Irene ri
Irene ri
Irene
Quero ver Irene dar sua risada!”


Adoro ouvi-la indo para a faculdade.
Outro dia fui mostrar para a minha mãe e ela disse:
-Essa música tocava nas festas da minha adolescência. Eu dancei muito!

Ops.
A minha novidade estava um pouco atrasada...
Mas eu adorei ver Irene fazer repertório do show desse novo cd.
Portanto folks, se quiserem ouvir a nova obra de Caetano baixem-na pelo programa soulseek. Agora se quiserem ouvir Irene dar sua risada vejam por aqui mesmo:)









terça-feira, 28 de julho de 2009

Grace Kelly



Sempre gostei de biografias.

A primeira vez que li uma biografia foi sobre a escritora Virginia Wolf e a partir de então decidi me aventurar por este tipo de leitura que explora em minúcias a vida, por vezes surpreendente, de determinadas pessoas.
Das boas leituras que fiz a maioria foi de atores e cantores e o melhor sempre foi terminar o livro pensando:
-Que vida bem vivida!
Marlon Brandon, James Dean, Marilyn Moore, Janis Joplin, Mick Jagger, Elvis, Mia Farrow e Michael Jackson são uns do que gostei. Todos eles correram atrás dos seus sonhos, impulsionados pelos “nãos” que recebiam.
Mas de todas as biografias que li a que mais gostei foi a de Grace Kelly que, escrita por Robert Lacey, virou um best-seller na época em que foi lançada. Quando reli agora nas férias lembrei como um simples livro pode ser capaz de modificar completamente a sua vida.

Em 2002, quando li a história desta atriz, que no auge da carreira virou princesa, fiquei impressionada com a sua determinação ao focar algo que queria, e como ela soube aproveitar os momentos, desde a atuação até o casamento com o príncipe Ranier de Mônaco. Como atriz ela era a preferida de Hitchcook e fez muito sucesso em filmes como "Ladrão de Casaca" e "Janela Indiscreta", mas toda a sua carreira foi abdicada para cuidar da família.
Eis que terminei o livro admirando a pessoa de Grace e fiquei imensamente curiosa para conhecer Mônaco!
Conheci várias pessoas de lá pela internet, fiz muitas amizades e uma dessas pessoas terminou por ser o meu noivo. Embora o relacionamento tenha durado dois anos imagine que tudo começou só por causa de um livro!
Portanto folks, viagem na leitura, e aproveitem o quanto vocês puderem as biografias.
A minha viagem a Mônaco ainda vai acontecer, claro, e enquanto isso eu fico por aqui, lendo e relendo.
Vejam aqui a primeira parte de um vídeo biográfico da princesa:





sexta-feira, 26 de junho de 2009


Ah, Michael!




Eu falava pra vovó tentando acalmá-la:
-É de mentira vó!
-Venha pra cá! Desligue a TV! Não veja isso não!
-Mas é Michael Jackson! – eu respondia.

Vovó parecia não entender.

Como uma menininha de apenas quatro anos podia gostar tanto de ver esse vídeo horrível do “Michel Jetson”?
-É Michael Jackson vó! – eu corrigia.

Toda sexta-feira era a mesma coisa.
Eu ia dormir na casa da minha avó e o grande momento era ficar por horas esperando a TV passar o grande sucesso do Michael na época.
O ano era de 1984 e “Thriller” era uma febre. Num momento não anunciado a tv mostrava o tão esperado vídeo de 14 minutos que contava uma história horripilante de zumbis com uma coreografia nunca vista e uma música sensacional.
Ainda hoje é possível entender o porquê do fascínio. Nunca ninguém havia feito algo parecido e o resultado de tamanho impacto se dá quando vemos todos esses clips musicais de artistas por aí na MTV, dentre outros canais de música. De onde eles tiraram inspiração?
De Michael Jackson! É claro.

Ah, Michael Jackson...
Após o discão do Thriller de 84 que eu ouvi tantas vezes e tenho cá a minha música preferida que é a “Human Nature”, você no mesmo ano nos presenteou com aquele povo todo esquisito cantando “We are the world”. Era muito claro pra mim que aquela música falava sobre salvar as crianças da África e eu ficava comovida, mas depois eu parecia esquecer a real intenção da música quando na escola me juntava as outras crianças e cantava a música traduzida para:

“E arde o olho! E arde o ouvido! E arde tudo quando eu tomo banho com esse shampoo f*...”

Este álbum foi e continua sendo especial para mim porque tenho nele a dedicatória do meu pai dizendo: “Para Ísis do papai Samuca”.

Mas ah, Michael, e o álbum “Bad” de 88? O que foi aquelas roupas pretas com zíperes que você usou para interpretar o clip de “Whos Bad?” Eu preciso confessar, o meu aniversário de oito anos foi inspirado em você porque eu queria uma roupa igual e consegui. Toda preta e cheia de zíperes não me importei de ser chamada de “punk” pelos meninos. O que valia era dançar que nem você! Passei semanas fazendo a sua coreografia com as minhas amigas do prédio. É porque eu estava fascinada com o seu filme “Moonwalker” que vi com o meu Tio Mel no cinema. Que vontade de sair sapateando pelo shopping depois de ver aquela compilação de clips numa história sem pé nem cabeça. Aquilo pra mim foi demais! Saí alucinada do cinema dizendo para todos os cantos “quero ser igual a Michael Jackson!”

Ah, Michael...
Como esquecer anos depois aquele clip "Black and White" de 92? Como? Você completamente transformado numa cor de pele inacreditavelmente branca gritando em cima da estátua da liberdade o seu famoso “Uoooooo”. No outro dia só se falava nos efeitos especiais, todos impressionados na tecnologia de você ter se transformado em leopardo. E a dor de não poder ver o seu show no Brasil em 93? Como eu queria estar no lugar do meu colega de sala que foi ao show em Sampa e disse depois como foi tudo em detalhes só pra me fazer inveja:
-O palco tinha 30 metros de altura e Michael voou de dentro dele como um foguete!

Ah, foi uma época boa ter o Michael Jackson cantando e dançando até mesmo em jogo de vídeo game. Foi único numa mistura de esquisitice, talento, criatividade, mistério, magia, tudo junto, que nem esses contos fabulosos que as crianças perguntam para os pais “é de verdade?”
Eu acreditei e continuarei a acredtar. Eu realmente me diverti a beça com as canções.
Valeu Michael Jackson!
E valeu mamãe por me conseguir a roupa do Michael Jackson!

Aqui fica a música que eu mais gosto dele desde sempre!
Check i all folkssssss
"Human Nature"










segunda-feira, 8 de junho de 2009


Só pra rir um pouquinho!







quinta-feira, 4 de junho de 2009

Um Barraco a la Luana!



A peça “Pássaro da Noite” da Luana Piovani estava em cartaz e eu, que não tinha dinheiro para comprar ingresso, fiz logo um discurso:

“Ninguém sabe o nome da peça! Só querem ver é a Luana Piovani porque ela é famosa! Eu é que não ligo pra isso!

Pronto. Com o meu sábado já programado para ficar em casa gritei em agudo quando surgiram convites:
-Vou ver a peça da Luana Piovani??? Não acredito!!!

Banho de 60 minutos, sandália de salto 15, maquiagem do tempo da brilhantina, blush, muito, muito blush, escova no cabelo, brincos, pulseira, relógio, bolsinha...
Há quanto tempo eu não ia ao teatro?
Feliz da vida, lá estava eu na fila da peça, absolutamente empolgada, tentando me equilibrar feito malabarista em cima do salto fino avistando a minha poltrona longe, quase tirando as sandálias para correr ao seu encontro quando lembrei que eram cadeiras numeradas. Disfarça, disfarça... Quando sentei fiquei aliviada, logo as luzes se apagaram.
Luana entra em cena:

Jovem mulher secretária poliglota está num local completamente escuro, perdida, sem saber o que fazer e nem como foi parar ali, começa a devanear sobre a sua vida num interminável “quem sou eu e sobre tudo o que fiz”.

Não sei... Dizem que é preciso uma identificação com o tema para se gostar de uma história.
Eu particularmente não me identifiquei com o tema. Achei bobo e pretensioso.
Mas o pior era achar graça com as rimas que Luana criava em cima de frases como “Cheirei meu cu”. Não pela palavra chula em si, a atriz Fernanda Torres quando veio pra cá com a peça “A Casa dos Budas Ditosos” arrasou em cima de palavras chulas, mas pelo conteúdo da peça de Luana que era oco, bobo, tão pretenso que chegava a ser engraçado, o efeito foi o de ojeriza e por vezes até pena. Achei a peça um fiasco e voltei pra casa pensando que assistir a um barraco a la Luana talvez tivesse sido até melhor.
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Noite Preta!



Saindo da peça avistei um cartaz minúsculo sobre o show da Preta Gil no próximo dia 10 deste mês.

Preta Gil, pra quem é um ET e ainda não sabe que ela é filha de Gilberto Gil, é conhecida por não ter papas na língua e ser bastante extrovertida. Também é sabido que a sua voz não é lá essas cocas todas, mas o que vale é a sua presença de palco que é grande, além da vocação para ser engraçada.
Na verdade eu prefiro as entrevistas a ver shows, mas nesse caso, como parece ser inovador, to louca para ver.
Por aqui deixo uma entrevista dividida em 3 partes que ela deu no “Irritando Fernanda Young” e que eu me acabei de rir.

Pois é isso folks, o Noite Preta acontece dia 10, a partir das 23h, na boate Lotus que fica de frente pro Farol da Barra. Nunca fui lá e to criando coragem para ir porque não sou fã de boates, mas imagino que após um show desses que vara a madrugada, sair de lá e dar de cara com o nascer do Sol no Farol deve ser... T u d o.








quarta-feira, 15 de abril de 2009


Cale-se! Seu infrator!




Não à toa a matéria que mais gosto de estudar é de Direito Penal.
São muitos casos, a professora nos dá crimes indissolúveis, histórias e mais histórias de vingança, um prato cheio de casos mirabolantes, algumas vampirescas, lobisomens, e isso deixa uma turma inteira em silêncio.
Se ao menos eu pudesse estar no lugar dela pra contar, com a visão ampla da turma, eu realmente contaria os piores casos possíveis! E pra fazer um pouco de drama ainda diria que o louco estava na sala de aula, como um aluno se readaptando à sociedade em sua segunda e última chance!
Sim, eu seria expulsa depois, mas adoraria fazer algo assim.
Sangue jorrando, mãos decepadas, dores absolutas. Isso realmente prende uma turma.
E dá-lhe pena nos infratores!
Eu até confesso que minha vida ficou meio bitolada depois disso. Infração, pena, medida de segurança.
Não canso de gritar no trânsito agora quando alguém me dá uma cortada:

-Seu infrator! Vai levar pena e não quero saber de medida de segurança! Você estava ciente na hora que fez! Tem o direito de ficar calado!

Ops, acho que essa parte é da polícia.

Mas vamos para outras impressões.
Mudando de assunto!
Dou duas dicas de filmes bons.
A primeira “O Casamento de Rachel” com a atriz principal indicada ao Oscar, Anne Hathaway. Um drama denso, você sai do cinema triste, mas gostando pela autenticidade na tela.
A segunda dica fica pra “Dúvida” com Meryl Streep, espetacular como sempre, dessa vez num papel de uma freira muito ardilosa.

Já quanto a mim sinto saudade de escrever por aqui.
Como não tem sido possível com a freqüência de antes eu escrevo rápido e pouco.
Só espero não atrofiar.
Então deixo por último a abertura do Oscar pra descontrair.
Há muitos anos eu não assisto ao Oscar porque acho que perdeu o brilho, mas fato é que adorei a performance musical do Hugh Jackman (Wolverine!) e também da Anne Hathaway, a do filme que eu citei acima, na abertura da premiação esse ano.
So check it out folks!